Terça, Fevereiro 07, 2012
   
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Teologia

O chamado divino para a verdadeira unidade da igreja

igrejap-thumbsSe há uma pessoa que deve procurar zelar pela manutenção do espírito ecumênico evangélico, essa pessoa sou eu. Fui evangelizado por pentecostais, recebi minha primeira Bíblia das mãos de irmãos metodistas wesleianos e fui convertido por presbiterianos num retiro realizado nas dependências de um seminário luterano. A primeira vez que ocupei o púlpito de uma igreja foi numa base missionária batista na Ilha Grande. Plantei uma igreja em Niterói nas dependências de uma igreja Episcopal. Durante anos realizei os cultos da Igreja Presbiteriana da Barra no templo de uma igreja independente de nome Union Church. Há mais de vinte anos oro com os irmãos da Assembléia de Deus de Arraial do Cabo, os quais Deus usou para certificar-me do meu chamado ministerial. O presbítero mais antigo da igreja onde sou pastor é um convertido da Igreja de Nova Vida. E poderia mencionar tantos outros exemplos mais que têm me convencido do fato de que sou devedor a todos.

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O espanto filosófico

filosofia-thumbsUma característica do homem moderno é a incapacidade de se espantar com a vida. O grande pensador grego, Sócrates, costumava dizer que a filosofia nasce do espanto. Ninguém é filósofo se não for capaz de tomar sustos e se surpreender com o que vê. Para nós, homens e mulheres pós-modernos, após a revolução científica ter desvendado alguns dos segredos da natureza, parece que o que nos cerca perdeu o encanto e o caráter sobrenatural. Tudo se tornou natural para nós. Sentimos como se tivéssemos avançado de uma era mitológica, para uma filosófica e agora alcançamos a idade adulta onde só cremos no que os nossos sentidos captam. Sendo assim, damos tudo como líquido e certo. As coisas são do jeito que são devido a leis que operam de modo inexorável. Por isso, temos como natural o planeta dar volta em torno do sol, a mudança das estações, a temperatura da Terra, o funcionamento do corpo humano, entre tantos arranjos mais que levavam pensadores do passado a verem com assombro a presença de desígnio na natureza, o que implicava na existência de um ser pessoal por trás de tamanha complexidade. Como foi levado a dizer o reformador francês João Calvino:

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